Eduardo Jorge
Marcos Monteiro
Nessa poesia, o poeta, por teimosia ou por vício
Dispensa os seus compromissos
E parte pro ideal.
E no ideal ele encontra a realidade de um sonho,
Porém se torna enfadonho,
Pois aos grandes desaponta.
Sonhou só, independente
De garra e tranquilidade.
E a ninguém quis obrigar
A seguir seus descaminhos,
A lutar quase sozinho
Pela paz que já não há.
Maceió, 01 de março de 2026.

