Marcos Monteiro
Do nada brotou o céu,
Do nada apareceu pão.
O nada por compaixão
De quem só provou do fel,
Plantou jardins de emoção,
Canteiros em profusão.
Fez tudo a gosto do mel,
Café com paz e paixão,
Cujo esboço no papel
É dum joelho em oração. Gn 1.1
Maceió, 22 de março de 2026.


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