Marcos Monteiro
De cima do monte, a arte da vida se apaga,
Abre-se a cortina
E o Império do mal que afaga
Com uma mão, e com a outra assassina,
Rasga o ventre da mãe da menina.
É de sangue, o rio que deságua,
No oceano de intriga e de mágoa.
Ninguém pode mudar sua sina,
Mas a paz de um amor paira acima
Da miséria e do grito de raiva
Maceió, 09 de março de 2026.


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